terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Um pistoleiro chamado...

Em um lugar do meio do Velho-Oeste brasileiro (pode ser Mato Grosso?), caminhava um não doce e indelicado, mas perigoso pistoleiro...

Não era bem um "macho", mas tinha fibra e cara de durão, enfrentava bandido, traficante, polícia e qualquer outro chefão. Mas agora, ele estava em uma pequena missão: É estranho, mas estava empurrando - não dirigindo -, um carro no qual levava um caixão:


E ele seguia o seu destemido caminho, olhando para frente e sem deixar nenhum vestígio. Até que alguns idiotas o pertubam, talvez por causa do caixão que tanto procuram. Um deles de longe se aproximou, e bem distante, ele gritou:

- Cowboy macho: Ei, seu bunda-mole!


O pistoleiro entendeu o chamado, mas não quis levar desaforo porque ele tinha um nome: Seu nome era Papaco. Ele, estressado, olhou para eles e apenas indagou:

- Papaco: Falou comigo?


Rapidamente o Cowboy macho retrucou:

- Cowboy macho: Não, gracinha. Falei com a p&#@ que te pariu.


Ele ficou aliviado, afinal, não era com ele. Simplesmente agradeceu por não tê-lo chamado e continuou o caminho, como sempre, andando para...

- Papaco: Ainda bem. Bem... tenha uma boa tarde.


Mas os rapazes não pararam:

- Cowboy macho: Um momento, amigo!


E como ninguém parou, barato Papaco não deixou. E ele, cansado e já estressado, ficou ligeiramente zangado. E disse, curto e grosso:

- Papaco: Fala o que você quer de uma vez... C##$@!


- Cowboy macho: O que levas neste carrão?
- Papaco: Um monte de b#@%.
- Cowboy macho: E quem foi o cagão?
- Papaco: Garanto que deve ter sido sua mãe...


Nada fizeram, apenas se olharam. Se encararam por 30 segundos.
O sol se cobria, o céu se alaranjava, com certeza tinha uma grande raiva no fundo.

- Cowboy macho: Você fala demais, amigo. Acabei de me aborrecer.


Calmamente, Papaco procura a sua arma, que estava ali, sempre bem guardada.
Arma contrabandeada, vinda direto do sul. Ele sempre andava com ela, até que achou um bom lugar para colocá-la...


No bolso! E era lá que estava. Antes que pudessem novamente se encarar, ele começa a batalha:


Não durou muito, ele não queria fazer isso. Mas com tanto filho da %#% no mundo, quem não gostaria disso? Finalmente, ele estava livre daqueles idiotas, e logo foi voltando para empurrar aquela carroça...


E quando o céu se abrira de azul novamente, uma linda(?) senhora aparece de repente:

- Linda: Ei! Moço! Deixa eu ir com você?


O homem, que já não gostava de mulher, viu aquela coisa que ninguém sabia o que é. Olhou apreensivo, olhar parado. Talvez pensando: "Eita p$#@, agora que eu matei, veio o Diabo."

Mas por curiosidade, perguntou:

- Papaco: Eram seus conhecidos?
- Linda: Sim... bem, na verdade eram meus maridos.
- Papaco: Pfff... Tudo isso?!


- Linda: E daí? Sou mulher até debaixo d'água. (óbvio, baleias são peixes). Bambu para mim, tem que ser por metro (seguindo a regra de alimentação dos pandas).
- Papaco: Bem, se é assim, tudo bem. MAS... já vou avisando que não me comprometo. Meu negócio é OUTRO!
- Linda: Por mim tudo bem, cada um dá o que é seu.


Antes de sair, Papaco perguntou:

- Papaco: Qual o seu nome?
- Linda: Linda.
- Papaco: Já vi muita gente com nomes que descrevem exatamente a pessoa...
- Linda: Ah, muito...
- Papaco: ... mas infelizmente você não tem.


E ambos foram indo, carregando o caixão. Bom, na verdade estavam empurrando o carro, mas não havia muita opção.

A mulher pensou em indagar sobre porque não dirigia ao invés de empurrar. Mas Papaco calou a moça, porque apontou o pistolão...


História de amor baseada neste vídeo:


3 comentários:

DENDEROTTO disse...

kkkk ri muito aqui, muito bom XD

Andrei Silva disse...

achei engraçado, mas não ri porque no momento estou puto com minha escola, embora as aulas nem tenham começado

David Duraes disse...

Muito bem feito, ri demais kkkkk, parabens ai pela historia, podia fazer mais dessas!